quarta-feira, 21 de maio de 2008

Hibernando...



Estou numa fase de hibernação...
Espero acordar deste sono vazio...

Beijos e abraços a todos!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 de Abril por Chico Buarque

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25 de Abril


Hoje tinha mesmo de passar por aqui...

EU GOSTO DE CELEBRAR O 25 DE ABRIL.

TENHO ORGULHO NESSE VIRAR DE PÁGINA DA NOSSA HISTÓRIA...

E DECIDI PARTILHAR ISSO MESMO CONVOSCO!

25 ABRIL SEMPRE,

FASCISMO NUNCA MAIS!

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Bom FIM DE SEMANA!!




vão a www.encontrarse.pt e se quiserem contribuam!!!

beijos e abraços

terça-feira, 1 de abril de 2008

1º de ABRIL


A falta de timming dos políticos é confrangedora...

O nosso 1º ministro disse que não subiria os impostos nesta legislatura, que criaria 150.000 novos postos de trabalho, falou-nos em choque tecnológico em simplex e até ver ninguém deu por nada...

O ministro das obras públicas garantiu (defendendo o Aeroporto na Ota) que todos os especialistas internacionais em Aeronáutica diziam que na "margem sul jamais"...

Os States, apoiados por nós, Espanha e Inglaterra, decidiram libertar o Iraque usando como pretexto as pretensas armas de destruição em massa que afinal ninguém descobriu, nem mesmo Hans Blix, responsável das N.U. para essa missão.

Apetece-me pedir a todos estes senhores que ALDRABAM diariamente que guardem estas alarvidades para o 1º de Abril.
O País e o Mundo agradecem e as vossas consciências também!

Já agora, caso queiram, aceitam-se sugestões para o PINÓQUIO DO ANO 2008.
O desgraçado do boneco deve-se fartar de rir quando ainda o consagram como símbolo da mentira!

Beijos e abraços






quarta-feira, 26 de março de 2008

FREE TIBETE



JOGOS OLÍMPICOS DOS DIREITOS HUMANOS!

sexta-feira, 14 de março de 2008

No dia da POESIA a homenagem a um POETA


Poeta Castrado, Não!

Serei tudo o que disserem por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
é tão vulgar que nos cansa
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
a morte é branda e letal
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

José Carlos Ary dos Santos